terça-feira, 27 de outubro de 2009

Até onde vai o fim de uma amizade.

Noite de verão, casa do Chogo, música alta, clima tenso. Ana pede um gole de água pra Chogo, imediatamente roubando a garrafa de sua mão. Ela toma o gole de água e repousa a garrafa em seu colo. Um instante depois, um relampejo em vem em sua mente. Um movimento quase que involuntário, tamanha avidez de maldade pessoa da qual se trata. Ana levanta a garrafa e acerta de forma brutal e aniquilatória com um simples pensamento, primitivo como o homem: "Hulk Esmaga". Irracional, mas que entretém multidões tamanha simplicidade porém coerença ideológica.

Sem pestanejar Ana acerta o colo de Chogo. Inimaginável. Improvável. Impossível. Chogo estava em uma situação nada fantasiosa, mas sim, estaria robusto. Ele. Sim, ele. (Fisiologia e sua vontade de urinar não convinham ao momento, não continuaria no mesmo clima).

Sem hesitar Chogo encara Ana, confrontando-a ferozmente sobre morte e vida, envolvendo a memorável frase "Porra Ana, eu to de pau duro e tu me acerta essa garrafa lá véi!"

A (argumentação, ou) conversa prossegue, mais ou menos assim:

- Porra Chogo, e pra que tu me fala isso? Que nojo!
- Lógico que eu falo pô, doeu né véi
- Tu estraga toda a conversa com essa comentário véi, olha só até onde vai essa amizade.



Conversa essa que viraria o Post. Toda a nostalgia e ócio que termina assim né. Engraçado, um dia desses aconteceu outra coisa...





Um belo dia, ou melhor, noite, no Super Maia, em meio a vários amigos bebendo, fumando e conversando sobre boemias e boemias, dois amigos em especial, conversam de uma forma reservada sobre coisas um pouco mais sórdidas a respeito, inclusive, de companheiros de noitada de Sexta-feira.

A conversa fluiu a tal ponto que um comentário foi pensado pelos dois no mesmo instante, e na hora de dizê-lo o acaso fez com que um falasse ligeiramente mais rápido que o outro, interrompendo-o no instante. Comentário esse que foi o decisivo. O que um queria ouvir e o que outro queria falar, encerrando então a conversa privada e chegando a mesma conclusão.

Ainda riram antes de contar aos amigos a situação que acaba de acontecer, iniciando-se uma prosa inusitada para aqueles que não estavam familiarizados com tamanha estranheza:

(...)
- Olha só, eu descobri o que ele ia falar!
- É nessa hora que a gente sabe que a amizade chegou no ponto máximo e deve acabar...
- Mas já acabou, Chogo.
- Verdade, somos ex-amigos!

Que merda né? UAHUAHUASHUHAUS

Um comentário:

Jeeh. disse...

ri muito alto aiuhaUIHauiAHUIah